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Mostrando postagens com o rótulo By Poline

Diversão com uma amiga

Amanda e eu somos amigas desde crianças. Apesar de a vida nos ter levado para caminhos distintos, fazemos questão de nos reunir de vez em quando para colocar o papo em dia, falar besteira e nos divertir juntas. Estávamos alguns meses sem nos ver e combinamos uma "noite de meninas" na casa dela para matarmos as saudades. Bebemos inteira a garrafa de Martini que levei. Até aí tudo normal entre duas amigas que tomam um porre juntas, até que Amanda resolveu que deveria tomar banho antes de dormir. O papo estava animado. Eu a acompanhei até o banheiro e sentei na tampa da privada. Falávamos alegremente, enquanto ela se despia para entrar no chuveiro. Ria, gesticulava e, vez por outra, precisava se escorar na parede, levemente embriagada. Meus olhos não desviaram daquela cena. Cada vez mais me sentia perturbada por sua sensualidade despretensiosa e feliz. Escorregou pelas pernas o vestido e abriu o sutiã, deixando livres seus seios perfeitamente fartos. Correu as mãos pelos q...

Sodomize-me

Usa-me a boca Sinta minha língua enroscar-se no seu membro Teso Doce Usa-me o corpo Faz de mim sua puta, Vadia Vadia Sodomize-me Arregaça-me Delicie-se no que só pertence a você Inunda-me com seu leite quente e faz-me receptáculo do seu prazer Porque só o que quero agora é ser tua Inteiramente tua

Sexo numa rua deserta

Por impulso, agarrou-lhe os cabelos e os cheirou. Cheiro bom de alguma fruta que ele não identificou. Puxou-a pela cintura para junto de seu corpo e roçou-lhe o pescoço com a barba por fazer. Disse baixinho no seu ouvido que naquela noite ela seria dele. Ela sorriu, sentiu um arrepio no ventre quando o pau duro sob a calça pressionou-lhe a coxa. Há muito tentava despertar a atenção dele. Desvencilhou-se e voltou à mesa de amigos, que conversavam animadamente. Ele estava enganado numa coisa, naquela noite não seria ela a presa. Aos poucos as pessoas que estavam com eles foram se despedindo. O bar fechou, ficaram apenas os dois. Dirigiram-se à rua sem saída, onde o carro estava parado, sem dizer nada. Deixou que caminhasse à sua frente para vê-la sinuosa a equilibrar-se nos saltos altos. Ela percebeu que ele a observava cheio de desejo e iniciou a caçada. Para surpreendê-lo começou a despir-se enquanto andava, sem pudor, como se estivesse certa de que ninguém apareceria. A medida que ...

Solidão

Acordei com o vento batendo alguma porta. Me enchi de alegria achando que era meu amor voltando pra mim. Cheguei a ouvir seus passos subindo a escada, A percebê-lo esgueirando-se pra baixo do edredon, colando no meu seu corpo com cheiro de Phebo, úmido do banho que acabara de tomar. Pude sentir sua mão escorregando por meu contorno e a respiração ofegante me chamando a participar de sua luxúria. Seu desejo rijo, denunciando todo o tesão que sente, abrindo espaço, procurando abrigo em mim. Abro os olhos. Não! Você não está aqui. Continuo sozinha, a cama continua fria, Vazia como o vazio que dói no peito O travesseiro ainda cheira a Phebo Queria seu abraço, daqueles que me fazem esquecer o mundo lá fora Choro baixinho sua ausência Era só o vento batendo alguma porta.

Virtude?

Eu tento ser a mulher pudica que você tanto quer A mulher insossa e fria, capaz de te fazer sentir seguro Mas o que fazer se esse frio nas entranhas me consome? Se quando fecho os olhos penso em como é bom te sentir entre minhas pernas? O que fazer se pra minha febre só tem um remédio? Se o sexo tem tanta importância na minha vida? Se não resisto ao meu desejo? Ao teu desejo? Desculpe, não consigo ser virtuosa porque ser puta é da minha natureza. Mas não confunda as coisas! Sou puta de um homem só. Sua. Não saio por aí a me insinuar pra ninguém. Porque não preciso. Porque não me interessa nenhum outro homem, a não ser você, a não ser que você queira.

Sua mão

Dedilha meu sexo Me faz nua, sua A mão comanda meu prazer Percorre meu íntimo E me leva a loucura

Depois

Cheguei em casa repleta de você. No corpo, as marcas não me deixam esquecer toda luxúria dessa noite. O banho lava seu prazer que me escorre pelas pernas, mas não apaga o cheiro impregnado em mim. Adormeço satisfeita e sonho contigo.

Para meu homem

Adoro foder voce! Só não gosto mais do quer ser fodida por você. Gosto de ver sua cara de tesão. Saber que você me quer me excita tanto... Você me quer? O que você quer? Me diz, eu faço! Faço porque nao há nada que me dê mais tesão do que satisfazer a você. Diz o que você quer! Diz o que você gosta! Diz... Eu digo o que gosto. Gosto quando você me abocanha os peitos e esfrega a cara neles; gosto quando você me fode com a sua língua; quando chupa meu grelo e mergulha na minha boceta; gosto da sua mão grande, da sua boca quente; Gosto quando você me fode por trás, quando me come, me usa como se a minha única função fosse servir a você. Sou SUA puta! Adoro ser sua puta! Só sua. Me masturbei pensando em você. Senti meus dedos como se fossem os seus. Seu cheiro... Seu gosto.

O primo sacana

Quando resolvi escrever sobre mim, não sabia bem por onde começaria ou o que contaria. Nunca achei minha vida interessante, mas, sendo o objetivo apenas colocar no papel (ou na tela) o que penso e sinto, achei que não precisaria ter medo. Então combinei comigo mesma usar o tempo que gasto no trajeto entre minha casa e o trabalho (e vice-versa) para escrever. Para isso, logicamente, tenho que usar papel e caneta, o que, acho, até facilitaria as coisas para mim. Sei, lá. Dá uma sensação de que estou escrevendo num diário pessoal. O engraçado é que agora não estou no metrô. Estou em casa. Na cama, exatamente. A hora em que mais penso em mim e na minha vida é antes de dormir. Pois pensei tanto que perdi completamente o sono. Comecei a imaginar, então, o que poderia postar aqui. As idéias borbulharam na minha cabeça e, quando vi que o dia estava amanhecendo. Desisti de dormir e peguei um caderno velho e uma caneta. Como no quarto há apenas uma penumbra, não consigo ver nada do que escr...