Percebemos, logo que chegamos, que a noite tinha começado há algum tempo, dada a intimidade que já rolava entre os clientes do lugar. Dentro da casa, de fachada discreta, estendia-se uma grande pista de dança, onde frequentadoras mais animadas se exibiam e garçonetes de saias plissadas, suspensórios e seios nus desfilavam com bandejas e comandas nas mãos. No andar de cima tinham quartos com camas enormes. Alguns mantinham as portas fechadas, indicando entrada proibida, embora víssemos tudo o que acontecia por grandes janelas envidraçadas. Nos que mantinham as portas abertas podia-se entrar, participar ou só observar mais de perto. Dirigi-me ao bar, pedi um drink e recostei no balcão, divertindo-me com a putaria que estava rolando na pista. ELE se manteve afastado, como combinado, me observando, esperando que alguém me abordasse. Logo uma mulher se apresentou, fez um convite indecoroso, que recusei de pronto. Naquela noite queria homem. Não demorou muito chegou o primeiro, me...
Claro que te dedilho...
ResponderExcluirMordendo seu pescoço...seu ombro...
Apertando seus seios...
Encoxando sua bunda...
Uiiiiiii... Te possuo...
Tesão...
Beijossss
Ps: Kd seu ensaio para o outubro rosa???
nada como um bom toque mágico...
ResponderExcluirbj doce
sim, os dedos mágicos...
ResponderExcluirMeu primeiro post aqui...
ResponderExcluirPoema delicioso, adoro ler sobre uma mulher querendo dar-se prazer, gozar e permitir-se desfrutar livremente a companhia de sua pessoa amada, sem tabus, preconceitos cretinos ou coisa que o valha! Essa merece muito gozo!
Beijocas e dedilhadas no grelinho pra fazer-te feliz,
Vinícius Podólatra
Mãos atrevidas é tudo de bom!
ResponderExcluirBeijos em você.
E que loucura!
ResponderExcluirBJOS
Lena
PS: enviei email!