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Vagabunda!

Todos os dias esbarravam-se no metrô a caminho do trabalho, entretanto nunca haviam trocado mais do que olhares e pensamentos lascivos. Ele descia uma estação antes da dela e, certa vez, por impulso, ela desceu atrás dele e o seguiu. Ele percebeu a intenção da moça e desviou seu caminho, dirigindo-se a uma rua sem saída que dava atrás do prédio onde trabalhava. Quando ficaram sozinhos, no canto mais reservado que poderiam encontrar àquela altura, puxou-a pelo braço, enlaçando-a pela cintura. Estavam tão próximos que podiam sentir a respiração ofegante e o coração acelerado um do outro. Não disseram uma palavra, mas beijaram-se longa e intensamente. Ele era voraz e sua língua invadia a boca dela como se quisesse lamber-lhe o esôfago. Sem desgrudar dela, abriu o zíper da calça e a abaixou até os joelhos, junto com a cueca branca que usava. Ela, entendendo quem estava no comando, entregou-se e, obedientemente, ajoelhou-se aos pés dele, encarando de perto o membro rijo, que cheir...

Diversão com uma amiga

Amanda e eu somos amigas desde crianças. Apesar de a vida nos ter levado para caminhos distintos, fazemos questão de nos reunir de vez em quando para colocar o papo em dia, falar besteira e nos divertir juntas. Estávamos alguns meses sem nos ver e combinamos uma "noite de meninas" na casa dela para matarmos as saudades. Bebemos inteira a garrafa de Martini que levei. Até aí tudo normal entre duas amigas que tomam um porre juntas, até que Amanda resolveu que deveria tomar banho antes de dormir. O papo estava animado. Eu a acompanhei até o banheiro e sentei na tampa da privada. Falávamos alegremente, enquanto ela se despia para entrar no chuveiro. Ria, gesticulava e, vez por outra, precisava se escorar na parede, levemente embriagada. Meus olhos não desviaram daquela cena. Cada vez mais me sentia perturbada por sua sensualidade despretensiosa e feliz. Escorregou pelas pernas o vestido e abriu o sutiã, deixando livres seus seios perfeitamente fartos. Correu as mãos pelos q...

Sodomize-me

Usa-me a boca Sinta minha língua enroscar-se no seu membro Teso Doce Usa-me o corpo Faz de mim sua puta, Vadia Vadia Sodomize-me Arregaça-me Delicie-se no que só pertence a você Inunda-me com seu leite quente e faz-me receptáculo do seu prazer Porque só o que quero agora é ser tua Inteiramente tua

Sexo numa rua deserta

Por impulso, agarrou-lhe os cabelos e os cheirou. Cheiro bom de alguma fruta que ele não identificou. Puxou-a pela cintura para junto de seu corpo e roçou-lhe o pescoço com a barba por fazer. Disse baixinho no seu ouvido que naquela noite ela seria dele. Ela sorriu, sentiu um arrepio no ventre quando o pau duro sob a calça pressionou-lhe a coxa. Há muito tentava despertar a atenção dele. Desvencilhou-se e voltou à mesa de amigos, que conversavam animadamente. Ele estava enganado numa coisa, naquela noite não seria ela a presa. Aos poucos as pessoas que estavam com eles foram se despedindo. O bar fechou, ficaram apenas os dois. Dirigiram-se à rua sem saída, onde o carro estava parado, sem dizer nada. Deixou que caminhasse à sua frente para vê-la sinuosa a equilibrar-se nos saltos altos. Ela percebeu que ele a observava cheio de desejo e iniciou a caçada. Para surpreendê-lo começou a despir-se enquanto andava, sem pudor, como se estivesse certa de que ninguém apareceria. A medida que ...

Venda-me os olhos

Me venda os olhos Me envolva em seus braços Me faça frágil Acalenta minha inquietação E sacia meu corpo Pra que minha alma se locuplete de você Inspirada por um texto da Estrela, do Pleasures .

Sodomia no trabalho

Dr. César é um advogado de renome, dono de um escritório famoso, onde estagiei por alguns meses. Ele próprio realizou a entrevista quando me candidatei à vaga e me contratou apenas por meus méritos profissionais, juro. Um homem sério, sisudo. Nunca ri. Cinquenta e poucos anos, grisalho, um pouco calvo e uma barriguinha proeminente, típica de coroas sedentários. Seu jeito autoritário beira a arrogância. Já trabalhava ali há 7 meses, quando Dr. César recebeu um amigo pra um bate-papo regado a whisky, fim de tarde. Ao encerrar meu expediente, fui avisá-lo que estava indo pra casa e pude ouvir parte da conversa. O grande advogado fazia confidências pessoais. Reclamava que há meses não transava com a esposa e que ela nunca tinha permitido que lhe comesse o cu. Me surpreendeu seu ressentimento. Sério, nessa hora senti compaixão. ~Rs~ Tão bem sucedido, tão respeitado, tão autoritário, choramingando por nunca ter comido o cu da esposa. Resolvi que EU daria meu cu pra ele. Ele nunca tinha...

Bobagens que não interessam

Hoje não vim falar sobre sexo. Não tem contos, nem poesia. Hoje só têm lágrimas e palavras de ressentimento. Aviso no começo pra que você não perca seu tempo lendo as baboseiras sem nexo, escritas por mim só com o intuito de extravasar a pressão aqui do meu peito. Então, pode ir. Eu não vou ficar chateada, sério. O que aconteceu? Não foi sexo! Talvez fosse mais fácil se tratasse apenas de sexo. É mais que isso. É a deslealdade (de novo), a mentira, a falta de preocupação com meus sentimentos, o egoísmo. É perceber que talvez ele não queira tanto quanto eu, não esteja tão disposto a abrir mão quanto eu. Num relacionamento só temos certeza do que nós sentimos (às vezes nem isso). Saber a importância que temos na vida do outro, seu sentimento com relação a gente, é questão de confiança. Apenas sinais nos indicam se vale a pena acreditar e investir. Sinais! Mas... e quando percebemos que essa pessoa, que de perto te faz sentir a mulher mais feliz, mais privilegiada, mais amada do ...